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História dos Computadores

A computação moderna pode ser definida pelo uso de computadores digitais, que não utilizam componentes analógicos com base de seu funcionamento. Ela pode ser dividida em várias gerações.

O marco sobre o desenvolvimento da computação em gerações, segundo as fontes consultadas pelo organizador deste trabalho são imprecisos, então fizemos um detalhamento com base no desenvolvimento dos componentes eletrônicos:

  • Primeira Geração (1940–1952) – Válvulas Eletrônicas: Computadores gigantescos, como o ENIAC, que ocupavam salas inteiras, consumiam muita energia, geravam muito calor e usavam cartões perfurados para entrada de dados.
  • Segunda Geração (1952–1964) – Transistores: Substituição das válvulas por transistores. Isso tornou as máquinas menores, mais rápidas, mais confiáveis e eficientes em termos de energia.
  • Terceira Geração (1964–1971) – Circuito Integrado: Introdução dos CIs, onde múltiplos transistores foram colocados em um único chip de silício. Um marco desta era foi o IBM System/360, que padronizou a arquitetura de computadores. Nesta fase, surgiram os sistemas operacionais e o uso de teclados e monitores começou a substituir os cartões perfurados.
  • Quarta Geração (1971–1980) – Microprocessador: Surgimento do microprocessador (ex: Intel 4004 em 1971), que integrava a Unidade Central de Processamento (CPU) em um único chip. Essa era marcou o início dos computadores pessoais (PCs), como o Altair 8800 e o Apple II.
  • Quinta Geração (1980–Atualidade) – Inteligência Artificial e Conectividade: Focada em processamento paralelo, dispositivos móveis e tecnologias multimídia. Atualmente, a computação busca a integração total com a Inteligência Artificial e o início das tecnologias de Computação Quântica e Nanotecnologia.